O transtorno do déficit de atenção (TDAH) compromete atividades sociais e o aprendizado do indivíduo, principalmente na infância. As causas do TDAH ainda não foram totalmente mapeadas, porém há fortes indícios de que o transtorno tenha origem genética, no qual estão envolvidos os genes dos sistemas dopaminérgicos, adrenérgicos e serotoninérgicos.

Além do tratamento direcionado à criança, pesquisadores alemães elaboraram um estudo no qual investigam se o tratamento do transtorno do déficit de atenção pode ser mais benéfico quando a mãe estiver envolvida, caso ela também tenha diagnóstico positivo para TDAH. O objetivo da pesquisa é focar a abordagem terapêutica também na mãe a fim de compensar eventuais efeitos deteriorativos da psicopatologia materna no filho.

Um estudo multicêntrico, multifásico e randômico selecionou 143 mães, com idade média de 38 anos, diagnosticadas com o transtorno e cujos filhos, idade média de nove anos, também tinham diagnóstico positivo de TDAH. As progenitoras não estavam sob terapia comportamental ou tratamento farmacológico durante o levantamento e 75% das crianças recebiam fármacos para o controle do distúrbio.

Para ler o artigo completo, acesse:

https://pebmed.com.br/estudo-indica-que-tratar-tanto-mae-quanto-filho-com-tdah-e-mais-eficaz/

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