Li uma reportagem da Revista Carta Capital e não fui surpreendido com a seguinte notícia: “ALUNO NÃO CONSEGUE SER REMATRICULADO EM COLÉGIO PARTICULAR APÓS DIAGNÓSTICO DE TDAH”. Por que não fui surpreendido? Porque, infelizmente, essa uma triste realidade do nosso sistema educacional: a exclusão de estudantes com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). 

Conforme a reportagem:

Distração, agitação, impulsividade, esquecimento, desorganização e adiamento crônico são alguns dos sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Vinícius Santana, de 11 anos, foi diagnosticado com TDAH aos sete anos de idade. Entretanto, a doença nunca foi impedimento para o garoto ter uma rotina como as demais crianças.

Em 2016, a matrícula no Colégio Mundo Atual foi realizada sem problemas. Após comunicar a escola sobre o diagnóstico de Vinícius, no ano seguinte, Luzia Santana – mãe de Vinícius e Conciliadora Judicial do TJSP – foi surpreendida ao saber que rematrícula do aluno foi negada. Os argumentos utilizados pelo colégio foram de que o aluno apresentava um mau comportamento e dificuldade de socialização. Por conta de uma liminar da Justiça, julgada em primeira instância, Vinicius continuou os estudos em 2017. Entretanto, o juiz Daniel Fabretti não autorizou a rematrícula deste ano por não ser objeto do processo.

Por isso, nós, pais e responsáveis devemos, SEMPRE, buscar os direitos dos nossos filhos, pois, afinal de contas, todos o sistema de ensino no Brasil é inclusivo e deve respeitar as necessidades educacionais especiais de todo e qualquer estudante. 

Para ler a reportagem completa, acesse:

http://negrobelchior.cartacapital.com.br/aluno-nao-consegue-ser-rematriculado-em-colegio-particular-apos-diagnostico-de-tdah/

“ALUNO NÃO CONSEGUE SER REMATRICULADO EM COLÉGIO PARTICULAR APÓS DIAGNÓSTICO DE TDAH”
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