Quem tem um filho com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), já deve ter passado pela situação de vê-lo taxado como “preguiçoso” ou que simplesmente “não quer fazer a tarefa”. Contudo, o déficit de atenção impacta diretamente na aprendizagem e, acima de tudo, não se trata de tais comportamentos: é doloroso para um indivíduo com déficit de atenção se esforçar para se concentrar ou se frustrar por não conseguir reter as informações de curto prazo. 

A reportagem “Não é preguiça, é déficit de atenção”, busca desmistificar esse mito da suposta “preguiça”, Vejamos:

O enredo é quase sempre o mesmo: Os filhos adentram a fase escolar, com o passar do tempo, as atividades vão ficando cada vez mais desafiadoras. Enquanto os coleguinhas acompanham o ritmo, seu filho não. Fazê-las, sejam as lições de casa ou até simples brincadeiras, começa a se tornar algo difícil. No meio do caminho a falta de concentração, o acúmulo de pensamentos e a inquietude desviam a criança para qualquer outra coisa, deixando a atividade ali, no canto, incompleta. O saldo? Isso pode depender da percepção dos pais. 

Seja qual for o caso, não há cura. Amenizar os prejuízos causados pelo transtorno é o caminho a ser seguido e para isso é necessário primeiro a compreensão dos pais. Priscilla Lima destaca que, uma vez levantada a suspeita, muitas das vezes feita pela escola, é preciso que os pais se atentem a esse alerta e busquem auxílio profissional. O trabalho realizado, desde a detecção até o tratamento do déficit em si, é algo multidisciplinar, feito em conjunto com a escola e outros profissionais como neurologistas, fonoaudiólogos, psicólogos e 
psicopedagogos. 

Acesse a reportagem completa em:

https://www.acritica.com/blogs/bem-viver-blog/posts/nao-e-preguica-e-deficit-de-atencao

Reportagem: “Não é preguiça, é déficit de atenção”
Classificado como:        

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *