A Organização Mundial da Saúde nesse ano de 2018, irá fazer uma ampla atualização do Código Internacional de Doenças (CID). Será a 11ª atualização e listará o problema do vício em videogames como desordem relacionada a comportamentos viciantes.

Segundo reportagem do Jornal O Globo, tal desordem pode ser caracterizada:

“A desordem relacionada aos jogos é caracterizada por um padrão de comportamento persistente ou recorrente (com jogos digitais ou videogames), que pode ser on-line ou offline, manifestada por: controle prejudicado sobre o jogo; aumento da prioridade dada ao jogo na medida em que ele assuma precedência sobre outros interesses da vida e atividades diárias; e continuação ou escalada dos jogos apesar da ocorrência de consequências negativas”, diz o rascunho do documento.

O comportamento pode ser classificado como uma desordem quando for suficiente para prejudicar a vida “pessoal, familiar, social, educacional, ocupacional ou outras áreas importantes”. O padrão do excesso nos jogos eletrônicos deve ser “contínuo ou episódico e recorrente”, tendo duração por “ao menos 12 meses para que o diagnóstico” seja feito. Mas a duração requerida pode ser encurtada caso os sintomas sejam severos.

Ainda segundo a reportagem, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Bergen, na Noruega, traçou um perfil do viciado em vídeogame:

Aparentemente, a desordem está associada com o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, transtorno obsessivo compulsivo e depressão. A prevalência é maior entre jovens do sexo masculino que não estejam num relacionamento.

Leia mais em: https://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/oms-deve-reconhecer-vicio-em-videogames-como-disturbio-mental-22255433

 

“OMS deve reconhecer vício em vídeo games como distúrbio mental”, Jornal O Globo.
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