Um dos traços mais comuns do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), é a hiperatividade, ou seja, o indivíduo que possui uma atividade motora acima da média. O déficit de atenção pode estar combinado de hiperatividade ou não. Contudo, é muito comum o déficit de atenção combinado com hiperatividade. E daí decorre os principais mitos e preconceitos relacionados ao transtorno. Em recente artigo da psicóloga Jô Alvim, publicado no site G1, “Hiperatividade: Ligados na Tomada”, alguns desses mitos são esclarecidos e informações importantes são trazidas ao longo do artigo. Além disso, um destaque para o artigo: o tratamento adequado passa por recursos multifatoriais – médico, psicoterápico, escolar e familiar.

Esta energia inesgotável é atribuída por algumas pessoas como “natural da idade” ou à falta de limites dos pais, o que dificulta o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento adequado. Desde cedo se mostram mais agitadas que as demais crianças, irritadiças e perdem o interesse rapidamente pelas atividades. Na escola tem dificuldade em permanecer na carteira e terminar as tarefas é um martírio. Parecem estar sempre ligados na tomada.

A falta de compreensão do meio em que vivem desencadeia alguns rótulos, tais como: “irresponsáveis”, “preguiçosos”, “indisciplinados”, “desorganizados” e assim são levados a crer que nunca conseguirão desenvolver seu potencial. Tudo isso gera uma percepção negativa de si mesmo e que afeta consideravelmente sua autoestima desencadeando, em alguns casos, o isolamento social.

O tratamento adequado é a combinação de medicamentos, alternativas pedagógicas que resgatem seu interesse pelo estudo e intervenções psicológicas. A psicoterapia é importante para ajuda-lo a entender como funciona este Transtorno, melhorar sua autoestima que se encontra prejudicada e, assim, tirar o melhor proveito de si.

Para ler o artigo completo, acesse:

http://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/blog/psicoblog/post/hiperatividade-ligados-na-tomada.html

Artigo: “Hiperatividade: ligados na tomada”, de Jô Alvim.
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